GRENAL 385 – Superioridade

Uma infinidade de zagueiros e volantes. Um meia e um centroavante isolados na armação e ataque, respectivamente. Gílson.

Dois volantes de qualidade. Três meias habilidosos. Um centroavante iluminado.

O Grenal decisivo da Taça (Rádio) Farroupilha foi desigual. Os azuis vieram armados num 3-6-1 que se desdobrava em 4-5-1 e que virou um amontoado em pouco minutos. Não havia desafogo, jogadas premeditadas, MECÂNICA DE JOGO ou SINCRONIA DE MOVIMENTOS (BACHI, Adenor).


Pelo Inter, Andrezinho segue com atuações de encher os olhos de todo colorado que gosta de meias habilidosos – tradição da “cantanilla” do clube. E mesmo Falcão abrindo mão de um atacante de ofício para empurrar Oscar pelo flanco, o jogo estava tão A FEIÇÃO dos vermelhos que nem era necessário um companheiro específico para Damião.

Foram 70 minutos de uma superioridade assombrosa. Digo isso tanto pela ótica colorada quanto pela tricolor.

Depois disso tivemos a expulsão justa de Guiñazú (com atuação brilhante na marcação individual à Douglas), a pressão atabalhoada do Grêmio, o gol no abafa de Júnior e os pênaltis. Na qualidade individual de seus jogadores o Inter acertou todas as cobranças e Renan pegou uma.

Os vermelhos precisam converter sua vontade de ter a posse de bola em gols.

Os azuis precisam de muitas coisas.

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