Pela culatra

Na vitória esquálida de 0 a 1 sobre o São José no Passo D’areia Sintética, o Inter atuou com uma equipe praticamente toda reserva. Porém no habitual esquema 4-5-1. Com esta formatação tática, estamos em primeiro na nossa chave da Libertadores (1 a 1 com Emelec, 4 a 0 no Jaguares e 1 a 4 lá em “Seu Jorge” Wilstermann). Mas toda vez que o time SE PERMITE atuar com dois atacantes de ofício, o jogo flui muito melhor.

Aí estava eu vendo o GRENAL de 97, 1 a 0 gol do Fabiano Cachaça. E notei que o time jogava num 4-4-2 clássico – dois volantes, dois meias, dois atacantes – e ADIVINHEM QUEM era o nosso técnico? Pô, era só ele relembrar seu passado e montar esse Inter de agora do mesmo jeito! Mas aí me dei conta de uma coisa… Reparem na imagem abaixo:

Apesar de ser 4-4-2, o maluco escalava o time com um volante na lateral direita e um zagueiro na esquerda, como um terceiro homem de zaga… Ou seja, com Celso Roth NUNCA o simples e o óbvio são o que parecem.

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